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Sobre o Feng Shui
Nos últimos anos, o brasileiro se acostumou a ler a expressão Feng Shui em jornais e revistas. No início, parecia ser mais um desses modismos que duram um verão apenas, mas logo se viu que era mais que isso, pois uma arte com cerca de 6.000 anos mostra ter consistência. Há milênios, o Feng Shui experimenta constante transformação para se adequar aos novos tempos e, o principal, provoca transformações na vida das pessoas, comprovadamente.
Quando Mao Tse Tung assumiu o poder na China, a prática dessa arte milenar foi proibida no país. Mas na ilha de Hong Kong, sob o domínio inglês, ela foi preservada, utilizada e constantemente atualizada. A partir da década de 80, o Feng Shui se expandiu para a Europa e Estados Unidos e acabou chegando ao nosso país no início da década de 90. Há várias Escolas de Feng Shui, cada uma com uma maneira peculiar de identificar os pontos energéticos de um lugar, mas todas com o mesmo objetivo: harmonização do ambiente e, por extensão, do Homem.
Não há uma escola melhor do que a outra. E o simples fato de alguém ter a pretensão de eleger a "sua" escola como sendo a melhor denota competição, algo que não combina com o Feng Shui, pois competição é rivalidade, concorrência, desequilíbrio, falta de harmonia. Para algo ser MELHOR, outros têm de ser desqualificados. Além disso, quem quer ser "melhor", na verdade, precisa é trabalhar o EGO...
O que vale ao se escolher uma determinada escola de Feng Shui ou um consultor é a afinidade com a técnica utilizada e a confiança no especialista, assim como quando se escolhe um médico. Afinal, o praticante de Feng Shui é o médico do imóvel.
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